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Dez 10

A realidade escapa-me por entre os dedos
A insanidade rodeia-me como nevoeiro
Arrepia-me a pele e assim inspiro,expiro
Este ar para os meus pulmões
Presa numa teia de ilusões
Não há nexo nem anexo
Estas aranhas de confusões

Afogo-me na loucura da minha mente
A bóia da razão escapa-se ao meu alcance
Não há dia nem noite recentemente
Escapou-se-me a chance
Tirem-me daqui
Sítio sem lei
onde não sei
onde começa a verdade
E onde acaba a mentira

Esconde-se o meu raciocínio
Um jogo da apanhada
Tique tac, o tempo passa
Não há pista, não há nada

Presa num sonho sem saída
Sem chave para me libertar
Já me perdi, não consigo voltar
Já não posso mais esperar
Ninguém me consegue salvar

 

Poema extremamente..... apoiante para o ano novo não é? -.-;;; e sem sentido também

publicado por Ace às 22:26
sinto-me:

gostei do poema (:
InêsGonzalez a 3 de Janeiro de 2011 às 14:49

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