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Dez 10

A realidade escapa-me por entre os dedos
A insanidade rodeia-me como nevoeiro
Arrepia-me a pele e assim inspiro,expiro
Este ar para os meus pulmões
Presa numa teia de ilusões
Não há nexo nem anexo
Estas aranhas de confusões

Afogo-me na loucura da minha mente
A bóia da razão escapa-se ao meu alcance
Não há dia nem noite recentemente
Escapou-se-me a chance
Tirem-me daqui
Sítio sem lei
onde não sei
onde começa a verdade
E onde acaba a mentira

Esconde-se o meu raciocínio
Um jogo da apanhada
Tique tac, o tempo passa
Não há pista, não há nada

Presa num sonho sem saída
Sem chave para me libertar
Já me perdi, não consigo voltar
Já não posso mais esperar
Ninguém me consegue salvar

 

Poema extremamente..... apoiante para o ano novo não é? -.-;;; e sem sentido também

publicado por Ace às 22:26
sinto-me:

comentários:
Oh, tão querida, fizeste um blog +.+
Não é preciso dizeres, já se sabe xD
Andrusca ღ a 1 de Janeiro de 2011 às 12:41

Ps. o poema está tão giro ^^
Olha, sabes o que tens que fazer agora? Sabes? Sabes?
Arranjar alguém que divulgue o teu blogue ^^
Quem? Me... Maybe...
Andrusca ღ a 1 de Janeiro de 2011 às 12:46

Ah! E peço desculpa, mas não me estava a apetecer escrever muito xD
Na próxima "nota" que fizer de um dia em que apareças, eu conto tudinho ^^

Ps. Queres que divulgue o teu blog? (a)
Andrusca ღ a 1 de Janeiro de 2011 às 17:38

Se não te importasses :3
Ace a 1 de Janeiro de 2011 às 22:14

gostei do poema (:
InêsGonzalez a 3 de Janeiro de 2011 às 14:49

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